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Corpo de Bombeiros alerta população para prevenir acidentes na estação chuvosa

A seca mais prolongada dos últimos anos em Minas Gerais começa a chegar ao fim com as primeiras chuvas depois de mais de 100 dias sem cair uma gota de água na maioria das regiões.

Como nos anos anteriores, o Governo do Estado – por meio do Corpo de Bombeiros Militar e da Defesa Civil – trabalha intensamente no socorro a vítimas e na conscientização para os cuidados que se devem ter com o período das chuvas.

A chuva tão esperada que molhou a terra, apagou focos de incêndio por todo o estado e melhorou a qualidade do ar,  mas também assustou moradores das regiões Centro-Sul e Norte de Belo Horizonte, onde os ventos chegaram até 85 km/h.

Segundo a tenente do Corpo de Bombeiros na capital, Andrea Coutinho, a estação chuvosa é propícia a tempestades, por isso todas as precauções precisam ser tomadas para a busca de abrigos seguros. Nessa época aumentam as ocorrências e os danos materiais com a queda de árvores mais frequentes do que em outras estações.

A orientação é para nunca se abrigar debaixo de árvores, coberturas metálicas, postes, fiação e torres de transmissão. Se estiver dirigindo sob chuva e vento forte, recomenda-se estacionar em lugar seguro e abandonar o veículo.

Com foco na segurança do cidadão, o Corpo de Bombeiros Militar realiza o corte de árvores apenas quando apresentam risco de queda, pois elas atingem as vias públicas, param o trânsito e colocam vidas em risco nas situações mais extremas.

Quando as árvores são fator de risco

As árvores são fundamentais para redução da poluição e dos ventos, mantêm a umidade do ar e as chuvas regulares e, entre outras coisas, proporcionam sombra nas cidades. Contudo, é preciso atenção, principalmente, nessa época do ano, quando elas ficam mais vulneráveis.

Apesar de ser responsabilidade dos municípios, o Corpo de Bombeiros também realiza vistorias quando há suspeita de que a árvore esteja em risco.

 

“As chuvas rápidas e fortes podem gerar ambientes propensos a desabamentos, o que exige atenção a todos os sinais de movimentação de terra e rachaduras nas casas”, alerta a tenente Andréa, pedindo que o imóvel seja imediatamente abandonado nessa situação.

“Os moradores devem sair para lugar seguro como casa de parentes ou amigos e não se apegar a bens materiais quando a vida é o mais importante”, ratifica a militar.

 

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