Cotidiano

Leia nota oficial da PCMG sobre investigações com análises de amostras de cerveja e síndrome nefroneural

Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informa que os peritos do Instituto de Criminalística realizaram análises de amostras de cerveja produzida pela Backer durante todo o sábado (11/01).

Também estão sendo realizados exames no material que foi recolhido na cervejaria durante perícia ocorrida na última quinta-feira (09/01). Os laudos devem ficar prontos nos próximos dias.

Conforme divulgado na última sexta-feira (10/01), as amostras de sangue de três pacientes internados apresentaram a substância dietilenoglicol, a mesma identificada em três amostras da cerveja.

Sobre a informação de que um supervisor do  empresa Backer registrou Boletim de Ocorrências, em 19 de dezembro de 2019, após um funcionário ter sido demitido: o crime de ameaça demanda ação penal pública condicionada à representação do ofendido. Tendo em vista que a pessoa que registou o referido boletim não foi à delegacia representar pela continuidade de ação penal, não foi instaurado Termo Circunstanciado de Ocorrência. 

Independentemente deste fato, a Polícia Civil não descarta nenhuma possibilidade, o que vem sido divulgado desde o momento em que o delegado Flávio Grossi instaurou o inquérito sobre a forma de contaminação da cerveja Belorizontina, ou seja, a partir da última quarta-feira. 

É importante ressaltar: desde o momento em que a PCMG tomou conhecimento de que as pessoas que desenvolveram a síndrome nefroneural podem ter sido contaminadas após ingerir a bebida, foram instauradas diligências preliminares (que subsidiam a decisão da autoridade instaurar ou não um inquérito).

2 Comentários

2 Comments

  1. AnjoAugustos

    13 de janeiro de 2020 às 10:37

    A mídia não está se lembrando, que o mesmo produto tóxico dietilenoglicol (anti- congelante ), muito usado na Europa e países frios no óleo de freio dos carros para não congelarem , que foi motivo de escândalo mundialmente, com os vinhos na Áustria, na década de 80. Com chuvas atípicas, os produtores de vinho viram as uvas ficarem mais azedas, prejudicando os vinhos verdes doces, que eram a sensação naquela época na Alemanha e mundo todo, onde a Áustria vendia toda a sua produção para ser engarfado e distribuído para o mundo pela Alemanha. Os produtores da Áustria, contrataram um químico, para tentar adoçar o vinho sem deixar gosto e a solução barata foi o anti congelante. Com o escândalo, houve prisão do químico e de produtores e a falência da produção de vinhos na Áustria durante anos, só vindo a se recuperar recentemente. A policia tem que saber se foi ganância da fábrica, sabotagem ou vazamento acidental das serpentinas.

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