conecte-se conosco

Economia

Bolão de Brasília com 49 cotas ganha prêmio da Mega de R$ 120 milhões

Publicado

em

Uma aposta única feita em Brasília ganhou o prêmio de R$ 120 milhões da Mega-Sena. A aposta ganhadora foi um bolão Caixa com 49 cotas. 

As dezenas sorteadas no concurso 2.189 foram: 04 – 11 – 16 – 22 – 29 – 33.

De acordo com a Caixa Econômica Federal, responsável pela administração das loterias, no mesmo concurso, 406 apostas levaram R$ 19,4 mil ao acertarem a quina (cinco dos seis números sorteados). Também foram registradas 24.366 apostas ganhadoras da quadra (quatro dos seis números sorteados), que foram premiadas com R$ 461,96.

O próximo sorteio da Mega-Sena será realizado sábado (21). O prêmio estimado é R$ 38 milhões.

Economia

Tire dúvidas sobre o auxílio emergencial de R$ 600,00

Publicado

em

Foto: EBC

A Caixa Econômica Federal anunciou nesta terça-feira (7) as formas de cadastramento disponíveis para os trabalhadores informais pedirem o auxílio emergencial de R$ 600.

Os trabalhadores podem pedir das seguintes formas:

Clique aqui para acessar pelo site: https://auxilio.caixa.gov.br/#/inicio

Clique aqui para baixar o aplicativo para celulares Android: https://play.google.com/store/apps/details?id=br.gov.caixa.auxilio

Clique aqui para baixar o aplicativo para iOS (celulares Apple): https://apps.apple.com/br/app/caixa-aux%C3%ADlio-emergencial/id1506494331

O aplicativo deve ser usado pelos trabalhadores que forem Microempreendedores Individuais (MEIs), trabalhadores informais sem registro e contribuintes individuais do INSS.

Aqueles que já recebem o Bolsa Família ou que estão inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) não precisam se inscrever pelo aplicativo ou site. O pagamento será feito automaticamente.

Para quem não tem acesso à internet, o cadastro poderá ser feito nas agências da Caixa e nas lotéricas.

O auxílio, de R$ 600 ou de R$ 1,2 mil para mães solteiras, será pago por pelo menos três meses para compensar a perda de renda decorrente da pandemia de coronavírus.

Veja abaixo o passo a passo para solicitar o auxílio emergencial:

PELO SITE DA CAIXA

1. O trabalhador deve acessar a página inicial do site da Caixa (https://auxilio.caixa.gov.br/#/inicio):

2. Na página seguinte, vêm os requisitos necessários para ter direito ao auxílio emergencial:


3. Em seguida, o trabalhador informal deve preencher dados como nome completo, CPF e data de nascimento:

4. Em seguida, é necessário preencher o número do celular para receber um código de verificação por sms:

5. Assim que chegar por sms, o código de verificação deve ser colocado no campo “código recebido”:

6. O trabalhador deve então informar a renda, o ramo de atividade, estado e cidade:

7. O trabalhador deve informar em seguida os dados dos integrantes da família que moram com ele:

8. O trabalhador escolhe se quer receber em conta já existente ou criar uma poupança digital:

9. Após informar a opção, trabalhador deve fornecer seu documento (RG ou CNH):

10. Em seguida vêm os dados fornecidos pelo trabalhador:

11. Na tela final, vem o aviso de que o pedido do auxílio emergencial está em análise:

CADASTRO PELO APP

1. O trabalhador deve acessar a página inicial do aplicativo:

2. Na página seguinte, vêm os requisitos necessários para ter direito ao auxílio emergencial:

3. Em seguida, o trabalhador informal deve preencher dados como nome completo, CPF e data de nascimento:

4. Em seguida, é necessário preencher o número do celular para receber um código de verificação por sms:

5. Assim que chegar por sms, o código de verificação deve ser colocado no campo “código recebido”:

6. O trabalhador deve então informar a renda, o ramo de atividade, estado e cidade:

7. O trabalhador escolhe se quer receber em conta já existente ou criar uma poupança digital:

8. Após informar a opção, trabalhador deve fornecer os dados da conta:

9. Em seguida, vêm os dados fornecidos pelo trabalhador para revisão:

10. Mais dados fornecidos pelo trabalhador para revisão:

Dúvidas

A Caixa também disponibilizou o telefone 111 para tirar dúvidas dos trabalhadores sobre o auxílio emergencial. Não será possível se inscrever pelo telefone, apenas tirar dúvidas.

Quem tem direito

O benefício será pago a trabalhadores informais, autônomos e MEIs. Será preciso se enquadrar em uma das condições abaixo:

ser titular de pessoa jurídica (Micro Empreendedor Individual, ou MEI);

estar inscrito no Cadastro Único (CadÚnico) para Programas Sociais do Governo Federal até o último dia dia 20 de março;

cumprir o requisito de renda média (renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa, e de até 3 salários mínimos por família) até 20 de março de 2020;

ser contribuinte individual ou facultativo do Regime Geral de Previdência Social.

Além disso, todos os beneficiários deverão:

ter mais de 18 anos de idade;

ter renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa (R$ 522,50);

ter renda mensal até 3 salários mínimos (R$ 3.135) por família;

não ter recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2018.

A mulher que for mãe e chefe de família, e estiver dentro dos demais critérios, poderá receber R$ 1,2 mil (duas cotas) por mês.

Na renda familiar, serão considerados todos os rendimentos obtidos por todos os membros que moram na mesma residência, exceto o dinheiro do Bolsa Família.

Se, durante o período de três meses, o beneficiário do auxílio emergencial for contratado no regime CLT ou se a renda familiar ultrapassar o limite durante o período de pagamento, ele não deixará de receber o auxílio.

O auxílio não será dado a quem recebe benefício previdenciário ou assistencial, seguro-desemprego ou outro programa de transferência de renda federal que não seja o Bolsa Família.

Quando começa o pagamento

Para os inscritos no CadÚnico, a previsão é que os pagamentos sejam feitos a partir de 9 de abril, para quem tem conta no Banco do Brasil ou poupança na Caixa. Para os demais, seguirão o calendário abaixo:

primeira parcela no dia 14 de abril;

segunda parcela entre os dias 27 e 30 de abril;

terceira e última parcela entre 26 e 29 de maio.

Para os demais trabalhadores, a previsão é que o primeiro pagamento seja feito em até cinco dias úteis após o cadastro e sigam o mesmo calendário:

primeira parcela no dia 14 de abril;

segunda parcela entre os dias 27 e 30 de abril;

terceira e última parcela entre 26 e 29 de maio.

Quem já recebe o Bolsa Família não precisa se cadastrar para receber o benefício. Os trabalhadores que se enquadrarem nas regras receberão o auxílio individual pelo mesmo meio em que recebem o Bolsa Família. Os trabalhadores receberão o benefício que for mais vantajoso. O pagamento será feito seguindo o calendário regular do Bolsa Família, sempre nos 10 últimos dias úteis de cada mês. As parcelas serão pagas em abril, maio e junho.

Os beneficiários do auxílio, exceto os que recebem o Bolsa Família, irão receber os pagamentos em suas contas bancárias. Para quem não tem conta atualmente, a Caixa Econômica Federal vai abrir contas digitais gratuitas. Essas contas vão permitir que os beneficiários façam pagamentos de contas de consumo e transferências gratuitamente.

Inicialmente, não será possível fazer saques dessas contas. Para saque em dinheiro, a Caixa vai estabelecer um cronograma posteriormente, segundo o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni.

Veja as formas de pagamento do auxílio emergencial:

Não haverá saques, apenas depósitos, por enquanto

Quem tem conta aberta em qualquer banco pode indicá-la para receber o valor

Quem não tem conta aberta terá de autorizar a abertura de uma conta digital pelo site/aplicativo (veja acima no passo a passo)

Quem não tem acesso à internet e, por isso, não consegue se cadastrar nem no app nem no site, poderá fazer o cadastro no programa de auxílio emergencial nas agências da Caixa ou nas lotéricas, mas receberá o dinheiro na conta indicada.

Fonte: G1

Autônomo poderá baixar aplicativo a partir de hoje para renda de R$ 600

Continue lendo

Economia

Crédito para folha de pagamento já está disponível nos bancos

Publicado

em

Foto: EBC

O programa de financiamento da folha de pagamento para pequenas e médias empresas foi regulamentado hoje (6) pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), em reunião extraordinária. Com isso, as empresas já podem pedir o empréstimo aos bancos.

Cerca de 1,4 milhão de pequenas e médias empresas, que empregam 12,2 milhões de trabalhadores que ganham até dois salários mínimos, receberão R$ 40 bilhões de crédito com juros baixos para manter a folha de pagamento por dois meses.

O limite de financiamento é de dois salários mínimos. Ou seja, se o trabalhador ganha mais de dois salários mínimos, a empresa terá de complementar o salário. Ao contratar o crédito, a empresa assume o compromisso de não demitir o funcionário nesse período de dois meses.

A taxa de juros será de 3,75% ao ano (atual taxa Selic), com seis meses de carência e 36 meses para o pagamento.

Os recursos virão do Tesouro Nacional (85%) e das instituições financeiras participantes (15%). Em caso de inadimplência, as perdas serão absorvidas pelo Tesouro e pelos bancos participantes nessa mesma proporção.

A União, por meio do Tesouro Nacional, aportará até R$ 34 bilhões no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que atuará como agente financeiro da União no programa.

As instituições financeiras participantes poderão conceder operações de crédito no âmbito do programa até 30 de junho de 2020. As pequenas e médias terão carência de seis meses para começar a pagar e um prazo de 30 meses para pagamento, totalizando 36 meses.

Segundo o BC, “para assegurar a destinação dos recursos e o cumprimento dos objetivos do programa, empresas e sociedades beneficiárias deverão ter as folhas de pagamento processadas pelas instituições financeiras participantes, além de se comprometerem a prestar informações verídicas e a não utilizar os recursos para finalidades distintas do pagamento de seus empregados. Os recursos tomados serão depositados diretamente nas contas dos funcionários”.

Depósito compulsório

O BC anunciou hoje que devido à “elevada demanda” por recursos decidiu permitir que os bancos participantes do programa deduzam o valor por elas financiado do recolhimento compulsório (dinheiro que os bancos são obrigados a deixar depositado no BC) sobre recursos a prazo. A medida passa a ter efeito, em termos de recolhimento, a partir do próximo dia 20. O volume que pode ser deduzido poderá chegar a R$ 6 bilhões, cerca de 5% do montante atual do recolhimento compulsório sobre recursos a prazo.

Continue lendo

Economia

FIEMG solicita medidas emergenciais voltadas aos consumidores de gás natural

Publicado

em

A pandemia da COVID-19 impacta o mundo e, além do setor da saúde e da dimensão humana, tem a área industrial como uma das mais afetadas, causando baixa produtividade. Para mitigar a situação, a Federação das Indústrias de Minas Gerais (FIEMG) propôs, à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, medidas emergenciais voltadas para os consumidores de gás. “Neste cenário de crise devido à COVID-19 as indústrias reduziram drasticamente sua produção, mas ainda não temos uma dimensão definida desse impacto”, afirma Tânia Mara Costa, assessora de Energia da FIEMG, pontuando que as maiores consumidoras do gás natural são as indústrias siderúrgicas e de mineração. “Acreditamos que, com a adoção de algumas medidas, em breve a estabilidade da economia nacional será retomada”, afirma a assessora.

Dentre as propostas enviadas pela Federação estão o pagamento à Companhia de Gás de Minas Gerais (GASMIG) apenas da proporção da parcela do gás efetivamente utilizado, a flexibilização dos contratos de suprimento para pagamento pelo valor medido, a não cobrança de penalidades contratuais e a possibilidade de comercialização dos excedentes para as indústrias que estão necessitando produzir mais. “Dessa maneira, a cobrança não será sobre o take or pay, que estabelece um valor mínimo de pagamento do contrato independente se você consumiu ou não o produto, e sim, sobre o consumo real de cada indústria”, esclarece Tânia Mara.

Para Humberto Zica, presidente da Câmara de Petróleo e Gás da FIEMG, essas medidas darão um fôlego para que as empresas possam ter mais flexibilidade no consumo de gás e não ficarem presas apenas ao contrato take or pay.”Precisamos de outras alternativas, pois esse modelo onera as empresas, prejudicando o fluxo de caixa, o que pode acarretar sérios problemas em um momento de crise como este que estamos passando”, afirma o empresário, que também é diretor da empresa Delp Engenharia.

Setor Elétrico – Não é a primeira fez que a FIEMG interfere, junto a órgão públicos, no intuito de minimizar os impactos causados pela crise do coronavírus junto ao setor industrial. Recentemente foi encaminhado ao Ministério de Minas e Energia, à ANEEL e às concessionárias de distribuição de energia mineiras, propostas de medidas voltadas para o setor elétrico. Entre as demandas encaminhadas pela Federação estão a flexibilização das normas regulatórias, a ociosidade do sistema elétrico, por um período mínimo de 90 dias e enquanto perdurar os reflexos da crise, sem a cobrança pelo uso da rede no horário de ponta, a cessão de direito de uso de energia e a comercialização de excedentes de energia.

As medidas poderão reduzir os custos com energia para as indústrias que necessitam produzir neste momento delicado e atende também o mercado prioritário, como a área de saúde, indústria química, farmacêutica, de higiene e alimentícia. Para Tânia Mara, se ações solicitadas pela entidade forem acatadas e as distribuidoras forem autorizadas pela ANEEL a flexibilizarem as tarifas e criarem produtos diferenciados, evitará o aumento da inadimplência e aumentará o estímulo à produção. “Essas medidas poderão evitar a insolvência geral do setor elétrico”, ressalta a assessora.

Continue lendo

+ lidas