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Economia

Mega-Sena sorteia hoje prêmio acumulado de R$ 60 milhões

Mega-Sena:o sorteio está marcado para as 20h (horário de Brasília), em São Paulo – Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

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A Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira (6) o prêmio acumulado de R$ 60 milhões. As seis dezenas serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário do Tietê, na cidade de São Paulo. O sorteio é aberto ao público.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país.

O bilhete simples, com seis dezenas marcadas custa R$ 3,50. Mas, pagando um valor maior pela aposta, é possível marcar até 15 números entre os 60 disponíveis no volante, aumentando as chances de ganhar.

Economia

Crédito para folha de pagamento já está disponível nos bancos

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Foto: EBC

O programa de financiamento da folha de pagamento para pequenas e médias empresas foi regulamentado hoje (6) pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), em reunião extraordinária. Com isso, as empresas já podem pedir o empréstimo aos bancos.

Cerca de 1,4 milhão de pequenas e médias empresas, que empregam 12,2 milhões de trabalhadores que ganham até dois salários mínimos, receberão R$ 40 bilhões de crédito com juros baixos para manter a folha de pagamento por dois meses.

O limite de financiamento é de dois salários mínimos. Ou seja, se o trabalhador ganha mais de dois salários mínimos, a empresa terá de complementar o salário. Ao contratar o crédito, a empresa assume o compromisso de não demitir o funcionário nesse período de dois meses.

A taxa de juros será de 3,75% ao ano (atual taxa Selic), com seis meses de carência e 36 meses para o pagamento.

Os recursos virão do Tesouro Nacional (85%) e das instituições financeiras participantes (15%). Em caso de inadimplência, as perdas serão absorvidas pelo Tesouro e pelos bancos participantes nessa mesma proporção.

A União, por meio do Tesouro Nacional, aportará até R$ 34 bilhões no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que atuará como agente financeiro da União no programa.

As instituições financeiras participantes poderão conceder operações de crédito no âmbito do programa até 30 de junho de 2020. As pequenas e médias terão carência de seis meses para começar a pagar e um prazo de 30 meses para pagamento, totalizando 36 meses.

Segundo o BC, “para assegurar a destinação dos recursos e o cumprimento dos objetivos do programa, empresas e sociedades beneficiárias deverão ter as folhas de pagamento processadas pelas instituições financeiras participantes, além de se comprometerem a prestar informações verídicas e a não utilizar os recursos para finalidades distintas do pagamento de seus empregados. Os recursos tomados serão depositados diretamente nas contas dos funcionários”.

Depósito compulsório

O BC anunciou hoje que devido à “elevada demanda” por recursos decidiu permitir que os bancos participantes do programa deduzam o valor por elas financiado do recolhimento compulsório (dinheiro que os bancos são obrigados a deixar depositado no BC) sobre recursos a prazo. A medida passa a ter efeito, em termos de recolhimento, a partir do próximo dia 20. O volume que pode ser deduzido poderá chegar a R$ 6 bilhões, cerca de 5% do montante atual do recolhimento compulsório sobre recursos a prazo.

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Economia

FIEMG solicita medidas emergenciais voltadas aos consumidores de gás natural

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A pandemia da COVID-19 impacta o mundo e, além do setor da saúde e da dimensão humana, tem a área industrial como uma das mais afetadas, causando baixa produtividade. Para mitigar a situação, a Federação das Indústrias de Minas Gerais (FIEMG) propôs, à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, medidas emergenciais voltadas para os consumidores de gás. “Neste cenário de crise devido à COVID-19 as indústrias reduziram drasticamente sua produção, mas ainda não temos uma dimensão definida desse impacto”, afirma Tânia Mara Costa, assessora de Energia da FIEMG, pontuando que as maiores consumidoras do gás natural são as indústrias siderúrgicas e de mineração. “Acreditamos que, com a adoção de algumas medidas, em breve a estabilidade da economia nacional será retomada”, afirma a assessora.

Dentre as propostas enviadas pela Federação estão o pagamento à Companhia de Gás de Minas Gerais (GASMIG) apenas da proporção da parcela do gás efetivamente utilizado, a flexibilização dos contratos de suprimento para pagamento pelo valor medido, a não cobrança de penalidades contratuais e a possibilidade de comercialização dos excedentes para as indústrias que estão necessitando produzir mais. “Dessa maneira, a cobrança não será sobre o take or pay, que estabelece um valor mínimo de pagamento do contrato independente se você consumiu ou não o produto, e sim, sobre o consumo real de cada indústria”, esclarece Tânia Mara.

Para Humberto Zica, presidente da Câmara de Petróleo e Gás da FIEMG, essas medidas darão um fôlego para que as empresas possam ter mais flexibilidade no consumo de gás e não ficarem presas apenas ao contrato take or pay.”Precisamos de outras alternativas, pois esse modelo onera as empresas, prejudicando o fluxo de caixa, o que pode acarretar sérios problemas em um momento de crise como este que estamos passando”, afirma o empresário, que também é diretor da empresa Delp Engenharia.

Setor Elétrico – Não é a primeira fez que a FIEMG interfere, junto a órgão públicos, no intuito de minimizar os impactos causados pela crise do coronavírus junto ao setor industrial. Recentemente foi encaminhado ao Ministério de Minas e Energia, à ANEEL e às concessionárias de distribuição de energia mineiras, propostas de medidas voltadas para o setor elétrico. Entre as demandas encaminhadas pela Federação estão a flexibilização das normas regulatórias, a ociosidade do sistema elétrico, por um período mínimo de 90 dias e enquanto perdurar os reflexos da crise, sem a cobrança pelo uso da rede no horário de ponta, a cessão de direito de uso de energia e a comercialização de excedentes de energia.

As medidas poderão reduzir os custos com energia para as indústrias que necessitam produzir neste momento delicado e atende também o mercado prioritário, como a área de saúde, indústria química, farmacêutica, de higiene e alimentícia. Para Tânia Mara, se ações solicitadas pela entidade forem acatadas e as distribuidoras forem autorizadas pela ANEEL a flexibilizarem as tarifas e criarem produtos diferenciados, evitará o aumento da inadimplência e aumentará o estímulo à produção. “Essas medidas poderão evitar a insolvência geral do setor elétrico”, ressalta a assessora.

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Economia

5 dicas úteis para economizar nas contas e melhorar a saúde financeira

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Para evitar o atropelo nas contas e se organizar melhor com as finanças, especialistas indicam algumas ações que podem ser adotadas no nosso dia a dia. Repensar hábitos, por exemplo, além de fazer substituições, são iniciativas que podem interferir diretamente nas despesas e auxiliar na busca por uma vida financeira saudável.

De acordo com a Simplic – fintech de crédito online – a organização financeira se tornou algo essencial e pode ajudar principalmente em momentos de corte de orçamento. A empresa listou 5 dicas para ajudar as pessoas a economizarem de forma prática e assertiva. Confira:

1. Crie uma lista de compras para ajudar a economizar
Fazer uma lista de compras não traz apenas economia financeira, mas também poupa algum tempo e possíveis desperdícios. Se planejar – seja para ir ao supermercado e até mesmo para realizar compras pela internet – é essencial para não extrapolar as contas. Tome cuidado com as compras por impulso – principalmente nos sites e e-commerces, elas interferem diretamente no orçamento do mês. E se possível, evite fazer compras quando se está com fome, essa ação pode causar gastos extras.

2. Organize as refeições e congele alimentos
Para economizar em casa com a alimentação uma dica é fugir, se possível, dos deliverys, utilizando o serviço, por exemplo, apenas em ocasiões especiais ou aos finais de semana. Comprar ingredientes e preparar os pratos que mais gosta de comer em casa pode garantir uma boa economia. A internet disponibiliza muitas receitas, vídeos e tutoriais que podem ajudar na hora de cozinhar, evitando gastos que podem deixar a conta negativa no final do mês.

Outra dica importante é congelar! Grande parte da economia com alimentação pode ser obtida com o congelamento de produtos. O processo é um aliado perfeito para não pesar o bolso com compras desnecessárias e desperdício. A dica aqui é congelar as refeições que sobrarem e os alimentos em excesso na despensa (ou que não se destinem a consumo imediato). Isso irá ajudar com o cardápio para as próximas semanas.

3. Aposte na luz natural para reduzir a conta
A luz é uma das contas que mais pesa no orçamento familiar. Utilizar a luz do sol, deixando portas e janelas abertas por exemplo, pode reduzir até 5% os gastos mensais, conforme a ONS – Operador Nacional do Sistema Elétrico. Outra dica: o Brasil é um país tropical e tem dias muito quentes. E para as crianças, os pais devem orientar para sempre apagar as luzes, não deixar a televisão, computador e videogame ligados na tomada caso não estejam utilizando.

4. Crie novos hábitos para diminuir a conta de água
Para impactar diretamente nas contas da casa é preciso criar novos hábitos. Lavar a louça, por exemplo, pode desperdiçar mais água do que imaginamos e por isso vale ficar atento. Na hora do banho, recomenda-se alguns cuidados: banhos mais curtos e ações como deixar o chuveiro desligado enquanto se ensaboa ou passa shampoo, podem ajudar. Outra dica, que muitas vezes passa despercebida, é manter a torneira fechada enquanto lava as mãos, o rosto ou escova os dentes. Com essas medidas, o uso de água no banho cai de 180 para 48 litros. Para casas com crianças, vale também reforçar a mensagem, ensinando os pequenos sobre a importância do tema, explicando que economizando, ajudamos também o meio ambiente.

5. Separe itens “encalhados” para fazer uma grana extra
Poucas famílias têm o hábito de se desfazer de móveis, brinquedos, roupas, equipamentos eletrônicos, eletrodomésticos, que não usam mais. Se a ideia é economizar, porque não dar uma geral em casa e relacionar tudo que pode servir as outras pessoas. Separe os itens que podem ir para doação e outros que é possível vender. Por meio de sites de produtos usados como o Enjoei ou de Marketplaces como o Mercado Livre é possível divulgar o produto na internet e quem sabe, gerar uma graninha extra. Outra dica é divulgar os itens nas redes sociais e até mesmo nos grupos dos amigos pelo whatsapp.

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