Educação

Curso de medicina da UFV é o único com nota máxima no país

Universidade Federal de Viçosa (UFV) tem 20.970 estudantes (Foto: Daniel Sotto)

Dos 177 cursos de medicina avaliados pelo Ministério da Educação (MEC) apenas um obteve nota máxima no Conceito Preliminar de Cursos (CPC), divulgado nessa segunda-feira (27). O curso oferecido pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), em Minas Gerais, foi o único a tirar nota 5 no CPC. Outros 17 tiveram conceito 2, que é considerado uma nota abaixo da média.

Aproximadamente 52,5% dos cursos de medicina avaliados pelo MEC tiraram no 3. Outros 36,7% dos cursos de graduação na área tiraram nota 4. Nenhum curso tirou nota 1, que é a mais baixa do CPC.

Na avaliação de instituições de ensino superior, Minas Gerais tem três das 12 universidades que tiraram a nota máxima no Índice Geral de Cursos Avaliados da Instituição (IGC). Fazem parte dessa lista as universidades federais de Viçosa (UFV), de Minas Gerais (UFMG) e de Lavras (Ufla). As três receberam IGC 5, pontuação máxima numa escala que começa em 1.

As 12 universidades com a melhor nota são públicas, sendo dez federais e duas estaduais: a Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Instituições estaduais não são obrigadas a se submeter à avaliação do governo, que engloba, obrigatoriamente, as mantidas pela União e as da iniciativa privada. A Universidade de São Paulo (USP), por exemplo, não participou.

No total, 230 universidades e institutos federais de educação e tecnologia (Ifets) foram avaliados. Os dados gerais apontam a seguinte distribuição de IGC em 2016: conceito 1 (0,4% das instituições), conceito 2 (14%), conceito 3 (66,7%), conceito 4 (17,4%) e conceito 5 (1,5%).

Índices

O Conceito Preliminar de Curso (CPC) avalia os cursos de graduação.

O Índice Geral de Cursos Avaliados da Instituição (IGC) é um indicador de qualidade que avalia as instituições de educação superior. O cálculo é feito com base no CPC obtido pelas formações ofertadas nos últimos três anos; na média dos conceitos de avaliação dos programas de pós-graduação stricto sensu a partir de dados da Capes; e na distribuição dos estudantes entre diferentes níveis de ensino (graduação ou pós-graduação stricto sensu).

Fonte: O TEMPO

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

CONTINUAR LENDO

CLOSE
FECHAR