Educação

Professores e alunos da rede estadual realizam ato de protesto no Centro de Ituiutaba

Foto: Diogo Menezes
A categoria cobra do Governo Fernando Pimentel o pagamento dos salários que está sendo feito de forma escalonada. Das 17 escolas estaduais do município, 13 estão com atividades total e parcialmente interrompidas em função da paralisação estadual

Professores ligados ao Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais – Sind-UTE/MG, com o apoio de alunos da rede pública estadual, realizaram um ato na manhã desta quarta-feira, 20 de junho, que teve início às 10h, nas ruas do Centro de Ituiutaba e teve concentração final na Praça Getúlio Vargas. O Sindicato mantém a orientação às subsedes para que continuem organizando atos locais para o diálogo com a comunidade escolar sobre a realidade que os trabalhadores e as trabalhadoras em educação estão enfrentando.

Para o Sind-UTE/MG, embora o Governo do Estado tenha divulgado na última sexta-feira, 15, as datas de pagamento para a Educação, que fogem completamente à política praticada para as demais categorias do funcionalismo, os/as aposentados/as reclamam não terem recebido nada ainda. De acordo com o governo, o valor que pago integralmente para as demais categorias (R$3.000,00), para a Educação está sendo parcelado em três vezes, isto é, para a Educação o governo escalonou o que deveria ter sido pago numa única parcela, junto com os demais servidores estaduais.

Conforme decisão do 11º Congresso do Sind-UTE/MG, a categoria suspenderá suas atividades até o pagamento da primeira parcela. Como isso não foi feito pelo governo do estado, a paralisação permanecerá.

Segundo o Sind-UTE/MG, a discriminação da educação na política de pagamento que o Governo do Estado está praticando é inaceitável.

De acordo com a Superintendência Regional de Ensino – SRE de Ituiutaba, das 17 escolas estaduais do município 13 estão com atividades total e parcialmente interrompidas em função da paralisação estadual, sendo que apenas 4 estão funcionando normalmente. A paralisação total foi convocada na segunda-feira, 11 de junho, quando era exigida pela categoria o pagamento da 1ª parcela dos salários.

Foto: Diogo Menezes
 

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