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Homem natural de Santa Vitória e investigado por golpes milionários em compra de bovinos é preso em São Paulo

Foto: PCMT

O principal suspeito de articular a compra de gado com cheques sem fundo, de propriedades rurais de municípios da região Norte de Mato Grosso, foi preso na última sexta-feira (5), na cidade de Jaú, no interior de São Paulo, em cumprimento de mandado de prisão preventiva.

A prisão João Rosado Filho, 68 anos, foi efetuada pelo Setor de Investigações Gerais da Central da Polícia Civil de Jaú, em apoio a Delegacia de Nova Canaã do Norte (699 km ao Norte) que apurou a atuação de um grupo criminoso que deu prejuízo de mais de R$ 2 milhões na compra de gado Nelore PO (puro de origem). O preso é natural de Santa Vitória, sendo verificado, conforme informações obtidas pelo Pontal em Foco, a existência de mandado de prisão aberto em seu desfavor por conta de crimes cometidos na região do Triângulo Mineiro.

A prisão se deu no momento em que o foragido da justiça tentava aplicar novo golpe em uma agência bancária na cidade paulista, utilizando documentos de uma pessoa falecida.

O suspeito foi um dos alvos da operação “Stellionatus Pecus”, realizada entre os dias 7 a 8 de dezembro de 2016, na cidade de Morrinhos, no Estado de Goiás. As vítimas foram quatro proprietários de fazendas dos municípios de Nova Canaã do Norte, Monte Verde, Carlinda e Colíder, que denunciaram a venda do gado, sem recebimento do pagamento.

A investigação resultou na recuperação de 292 cabeças de gado produto de furto e estelionato pela quadrilha, das quais 192 foram apreendidas na operação e 100 confiscadas por decisão judicial da comarca de Nova Monte Verde.

Na época dos fatos, em 2016, o delegado de Polícia Civil explicou, que os suspeitos Rodrigo Agostinho França, João Rosado Filho e Marcos Paulo Mariano da Silva, montaram uma estória cobertura no sentido de que haviam vendido uma fazenda em Santa Catarina e se mudaram para o Mato Grosso, onde compraram uma fazenda na cidade de Nova Monte Verde. “Houve a realização de contrato inclusive, mas o pagamento foi feito mediante cheque sem provisão de fundos”, disse.

Rodrigo Agostinho acabou preso no mês de dezembro de 2016, na cidade de Uberlândia.

 

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