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Ocorrências

Mulher é achada morta com sinais de estupro e espancamento em Contagem

Corpo de uma mulher foi encontrado com sinais de violência em um lugar conhecido com Terrão Antenas de Celular no bairro Perobas em Contagem MG (Foto: Alex de Jesus)
A estimativa da perícia é que o crime foi cometido há cerca de 20 horas, devido à rigidez do corpo

O corpo de uma mulher, não identificada, foi encontrado na manhã desta quinta-feira (4) em um terreno de difícil acesso, local conhecido como “terrão das antenas de celular”, no bairro Perobas, em Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte. A perícia suspeita que a vítima, que tinha entre 25 e 45 anos, foi estuprada.

O corpo apresentava sinais de espancamento no rosto e de que foi arrastado para o local. Alguns pertences da vítima, como a sandália, ficaram para trás. A estimativa da perícia é que o crime foi cometido há cerca de 20 horas, devido à rigidez do corpo.

A mulher, que não portava documentos, estava seminua, com a blusa levantada e a calcinha abaixada. Ela era negra e tinha uma tatuagem nas costas com a frase “Amor, só de mãe”. No lado esquerdo do peito, havia outra tatuagem, de um Pégaso, cavalo alado que na mitologia grega é símbolo da imortalidade. A mulher também tinha flores tatuados em volta do umbigo, além de outra tatuagem na nádega direita.

O corpo foi levado para o Instituto Médico-Legal (IML). A perícia vai investigar se há vestígio de esperma no corpo.

De acordo com o sargento Gustavo Barcelos, do 18° Batalhão da PM, tudo indica que a causa da morte foi o espancamento. Há vários indícios de que houve estupro, segundo ele. “Primeiro, o local que é ermo. São poucas pessoas que passam pelo local. Segundo, pela situação em que ela foi encontrada. Sobre a questão das vestes, ela pode ter sido despida ao ser arrastada”, comentou o PM.

Segundo o sargento, o terreno é cercado por vários aglomerados e o maior problema na região é o tráfico de drogas. “As mortes que acontecem por aqui geralmente são por causa do acerto de contas entre traficantes. Trabalho há algum tempo na região e essa é a primeira vez que vejo uma possibilidade de estupro”, comentou o sargento. A Delegacia de Homicídios de Contagem apura a motivação e autoria do crime.

Fonte: O TEMPO

 

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