Saúde e Bem-estar

Boletim do estado aponta seis casos de sarampo em investigação no Triângulo Mineiro; dois são em Ituiutaba

Tupaciguara, Ituiutaba e Sacramento são as cidades apontadas no relatório quinzenal. As regiões Alto Paranaíba e Noroeste de Minas não aparecem neste último boletim epidemiológico

Seis casos suspeitos de sarampo estão em investigação em três cidades do Triângulo Mineiro, de acordo com a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG).

Conforme o boletim epidemiológico divulgado pela SES-MG nesta terça-feira (25), de janeiro até 15 de setembro de 2018 não foram confirmados casos da doença Minas Gerais.

O levantamento sobre registros de sarampo no Estado é divulgado a cada 15 dias pelo Governo Estadual. No último boletim, a SES-MG explicou que atualmente são 281 casos suspeitos notificados, sendo 146 descartados laboratorialmente e 135 que se encontram em processo de investigação em diferentes cidades de Minas Gerais.

Destes 135 casos em investigação, seis deles são no Triângulo Mineiro. As regiões Alto Paranaíba e Noroeste de Minas não aparecem com casos no último boletim epidemiológico. Veja abaixo.

Casos de sarampo em investigação na região

Cidade Nº de casos
Tupaciguara 3
Ituiutaba 2
Sacramento 1

Sarampo

O sarampo é uma doença viral, infecciosa aguda, grave, transmissível, altamente contagiosa e comum na infância.

De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, no quadro clínico clássico os sintomas da doença incluem tosse, coriza, rinorréia (rinite aguda), conjuntivite (olhos avermelhados), fotofobia (aversão a luz) e manchas de koplik (pequenos pontos esbranquiçados presentes na mucosa oral).

A evolução da doença pode originar complicações infecciosas como amigdalites (mais comum em adultos), otites (mais comum em crianças), sinusites, encefalites e pneumonia, que podem levar ao óbito. As complicações frequentemente acometem crianças desnutridas e menores de um ano de idade.

A transmissão ocorre de pessoa a pessoa por meio de secreções (ou aerossóis) presentes na fala, tosse, espirros ou até mesmo respiração. Na presença de pessoas não imunizadas ou que nunca apresentaram sarampo, a doença pode manter-se em níveis endêmicos, produzindo epidemias recorrentes.

Fonte: G1

 

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