conecte-se conosco

Tecnologia

Sei!MG atinge 10 milhões de documentos on-line e garante economia ao Estado

Plataforma permite ao usuário criar processos, editar documentos, filtrar pesquisas e receber notificações

Publicado

em

O número de documentos na base de dados do Sistema Eletrônico de Informações (Sei!MG) chegou aos 10 milhões. A plataforma, que conta também com um aplicativo capaz de criar processos e editar documentos, já garantiu ao Estado economia de 57,75% na compra de itens de escritório entre 2017 e 2019. Nesse período, o Governo de Minas Gerais não adquiriu, por exemplo, carimbos e fusores para impressoras.

Os dados são apresentados pelo diretor Central de Governança e Tecnologia da Informação e Comunicação, da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), Fabrício Salum. De acordo com o ele, houve redução no valor pago em corretivos líquidos, que caiu de R$ 14,6 mil em 2017 para R$ 7,2 mil, em 2019. No mesmo período comparativo, com grampos para grampeadores, de R$ 93,2 mil para R$ 45,5 mil e com tesouras, a quantia gasta, que antes era de R$ 60,8 mil, agora é de R$ 20 mil.

“Outro ponto de destaque diz respeito ao gasto com serviços de impressão, que foi de R$ 12 mi em 2017 para R$ 4 mi em 2019, uma economia de 61,3%”, calcula o gestor. “Desde a implementação do Sei!MG, pensamos não só na celeridade dos processos, mas também na criação eletrônica de documentos, garantindo, assim, segurança, economia de papel e boa comunicação entre os servidores e a sociedade”, declara Salum. Atualmente, 70 órgãos do Estado utilizam o Sei!MG.

O sistema também pode ser acessado na palma da mão. O app SEI está disponível para download gratuito nas lojas Google Play e Apple Store. A última atualização do software trouxe também melhorias na gestão de blocos de assinatura e blocos internos.

Sobre

O SEI foi criado e cedido gratuitamente pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4). Ele é hoje a ferramenta oficial do Governo Federal para implantação do Processo Eletrônico Nacional – PEN.

Tecnologia

Uber começa a operar em Ituiutaba nesta terça-feira (3); motoristas podem se cadastrar como parceiros

Serviço começa a funcionar em Ituiutaba e Lavras nesta terça-feira, 3 de dezembro
Interessados em ganhar dinheiro com o app podem se cadastrar como motoristas parceiros

Publicado

em

A partir desta terça-feira (03/12), a Uber começa a operar nas regiões mineiras de Ituiutaba e Lavras. A novidade faz parte do plano de expansão da empresa no interior de Minas Gerais.

Presente no estado desde 2014, de cidade em cidade, a Uber está transformando o modo como os mineiros se movimentam, colocando mais pessoas dentro de menos carros e permitindo que muita gente possa gerar renda com flexibilidade e sem complicação.

Ao chegar aos novos locais, a Uber pretende fazer parte da vida das cidades e oferecer uma opção de mobilidade acessível, moderna e eficiente para moradores e visitantes, conectando usuários e motoristas com o simples toque de um botão. Inicialmente, o tempo de espera por um carro pode oscilar para cima ou para baixo, mas em pouco tempo a tecnologia da Uber possibilita maior equilíbrio entre oferta e demanda.

Nas últimas semanas a Uber vem cadastrando pessoas interessadas em gerar renda dirigindo por meio da plataforma na região. Os interessados podem se informar no site uber.com/dirija. A Uber mantém o cadastro aberto a novos interessados – motoristas parceiros já cadastrados no Estado não precisam se cadastrar novamente.

Os motoristas parceiros da Uber prestam o serviço de transporte remunerado privado individual de passageiros, que é previsto na Política Nacional de Mobilidade Urbana (Lei Federal 12.587/2012 ) e foi regulamentado em âmbito nacional pela Lei Federal 13.640/2018 , sancionada após amplo debate no Congresso. A atividade, portanto, não depende de respaldo por regulação municipal, conforme decidiu o Supremo Tribunal Federal, uma vez que a lei federal estabeleceu regras que devem ser cumpridas por todos os motoristas, como ter carteira de habilitação com indicação de atividade remunerada e passar por verificação de antecedentes criminais.

No Brasil, a Uber está presente em mais de cem cidades, com a missão de oferecer uma alternativa confiável de mobilidade para a população. São mais de 600 mil motoristas parceiros gerando renda para si e suas famílias por meio do aplicativo.

Em Minas Gerais, o aplicativo agora está disponível em mais de vinte cidades, como Uberlândia, Juiz de Fora, Poços de Caldas e Varginha, além da região metropolitana da capital.

SERVIÇO

O que é Uber?

O app da Uber conecta você a um motorista particular quando você quiser, onde quer que você esteja. Nossa tecnologia permite focar na segurança de nossos usuários e motoristas parceiros antes, durante e depois de cada viagem. Saiba mais sobre a segurança de usar a Uber aqui.

Quanto custa?

O preço de viagens pela Uber em varia de acordo com a distância e o tempo. Outros itens também entram no cálculo em cada cidade, mas sempre que o usuário solicita uma viagem, o app mostra o preço que ele irá pagar ao final, sem surpresas. Ao final de cada viagem, os usuários recebem um recibo com o descritivo dos itens que fazem parte do valor final. É possível estimar o valor das viagens no site da Uber .

Como chamar um Uber?

Para chamar um carro, você precisa apenas baixar o app em seu celular, criar uma conta e pronto. Aí é só abrir o app e apontar no mapa ou escrever o endereço de onde você quer que o motorista te encontre. O aplicativo pode ser baixado nos sistemas Android ou Apple . Para uma melhor experiência em celulares Android mais antigos e conexões de internet mais lentas, também é possível baixar o Uber Lite , versão mais leve do aplicativo que ocupa menos espaço e funciona bem mesmo com sinal fraco.

Para se cadastrar

• Para se cadastrar, acesse uber.com/dirija e faça o cadastro

• Inclua sua CNH com observação EAR (Exerce Atividade Remunerada). Para conseguir essa observação, basta procurar uma unidade do Detran

• Cadastre o CRLV de um veículo que cumpra os pré-requisitos explicados em t.uber.com/requisitos_br

Como funciona a segurança?

A segurança é uma prioridade para a Uber. A plataforma conta com diversos recursos de tecnologia para auxiliar motoristas parceiros antes, durante e depois de cada viagem. Além disso, os motoristas parceiros têm acesso ao suporte 24 horas e a uma cobertura de seguro durante as viagens para acidentes pessoais. Também são feitas verificações de informações pessoais por meio do cadastro de cartões bancários ou do CPF dos usuários, para criar um ambiente de segurança nas viagens. Para saber mais sobre as camadas de segurança da plataforma da Uber, acesse nosso site.​

• Anonimização de telefones

A Uber utiliza a tecnologia para ocultar os números de telefone de usuários e motoristas, pois as informações de contato são confidenciais. Dessa forma, todas informações pessoais ficam protegidas mesmo quando o motorista entra em contato com os usuários.

• Navegação no app

Quando o usuário indica o local de destino, o motorista recebe instruções detalhadas no app. Assim, pode se concentrar mais no trânsito e dirigir com mais cuidado.

• Sempre no mapa

Nenhuma viagem com a plataforma é anônima e todas são registradas por GPS. Assim, a plataforma sabe com quem o motorista parceiro está viajando e onde está indo, o que incentiva a segurança e responsabilidade. Além disso, motoristas parceiros podem, com um toque na tela do celular, compartilhar a sua localização , em tempo real, com familiares – sempre respeitando a privacidade dos usuários.

• Sistema de avaliações

O motorista avalia o usuário após cada viagem. O sistema da Uber mantém essas avaliações para que todos os usuários sejam tão educados quanto o motorista parceiro. Os usuários que forem denunciados por violarem os termos de serviço podem perder o acesso à plataforma da Uber.

• Suporte 24 horas, todos os dias

Os parceiros contam também com uma equipe de suporte que analisa todos os incidentes reportados, caso a caso. Isso inclui um número de telefone 0800 para registrar casos de emergência e solicitar apoio da Uber depois que estiverem em segurança e tiverem contatado as autoridades competentes.

Continue lendo

Tecnologia

Criador da WWW propõe contrato para "consertar" internet

Publicado

em

Um grupo de 80 organizações, lideradas pelo criador da World Wide Web, Tim Berners-Lee, divulgou proposta de novo contrato para a internet, com o objetivo de servir como guia para a formulação de medidas e políticas públicas relacionadas ao ambiente online. Governos, empresas e entidades da sociedade civil são convidadas a endossar o documento, disponível em um site específico.

A iniciativa surge em meio a críticas acerca de malefícios associados ao mundo virtual, da difusão de notícias falsas e discurso de ódio ao abuso no tratamento dos dados e falta de segurança, com vazamentos e crimes cibernético. O propósito é que a internet seja acessível aos cidadãos e possa voltar a ser um espaço seguro para seus usuários.

O documento é formado por um conjunto de princípios, materializados em metas a serem assumidas pelos diversos agentes. Para os governos, um dos compromissos é garantir que todos possam se conectar à internet. Entre as metas estão conectividade a 90% da população até 2030, assegurar que pacotes de 1 giga não custem mais de 2% da renda média em 2025 e 70% dos jovens com habilidades de lidar com tecnologias digitais até 2025.

Os autores sugerem políticas públicas de incentivo fiscal para estimular investimentos, compartilhamento de infraestrutura e medidas de acesso aberto nas grandes redes de atacado, além de autoridades regulatórias com poder para promover essas ações. Essas estratégias devem ser estruturadas em torno de planos nacionais de banda larga voltados a atender parcelas excluídas da população.

Direitos

Também dirigido aos governos está o princípio de respeito à privacidade e a direitos relacionados aos dados dos usuários. A concretização passa por leis disciplinando a coleta e o tratamento de dados, assegurando como base a obtenção do consentimento livre, informado, específico e não ambíguo. Tais normas devem trazer os direitos aos titulares de acessar suas informações, opor-se a um tratamento ou a uma decisão automatizada, corrigir registros e fazer a portabilidade para outros controladores.

A promoção desses direitos envolve também limitar o acesso a dados de pessoas por autoridades ao que é necessário e proporcional ao objetivo, ancoradas em leis claras, vinculadas a ações motivadas pelo interesse público e sujeitas à análise do Judiciário. O texto recomenda que os próprios órgãos públicos diminuam a coleta de dados dos cidadãos e fiscalizem essa prática pelas empresas, de modo a verificar se ela corresponde à legislação e é feita de forma transparente.

Inclusão

Para as empresas, o contrato inclui princípios como ofertar internet acessível, que não exclua ninguém de seu uso e construção. Esse compromisso está ligado à presença de serviços e ferramentas que atendam à diversidade da população, especialmente aos grupos mais marginalizados. É o caso da disponibilidade de recursos em diversas linguagens, inclusive de minorias étnicas.

Uma internet inclusiva envolve também um serviço com continuidade, o fomento a redes comunitárias, a proteção do princípio da neutralidade de rede (o tratamento não discriminatório dos pacotes que trafegam) e a preservação de velocidades equivalentes de download e upload, de modo que os usuários possam ser não somente consumidores mas produtores de informação.

Outro compromisso proposto às empresas é o de desenvolver tecnologias que promovam o bem-estar e combatam abusos, de modo a potencializar a web como bem público e colocar as pessoas no centro. Essas companhias devem considerar e serem acompanhadas sobre como suas inovações geram riscos e impactos ao meio ambiente ou promovem direitos humanos, equidade de gênero e os objetivos de desenvolvimento das Nações Unidas.

A efetivação da prática envolve, segundo os autores do contrato, a consideração da diversidade da sociedade por meio da criação de canais de escuta aos públicos usuários e atingidos por essas tecnologias. A representação de grupos diversos deve estar também na composição da força de trabalho empregada na produção desses equipamentos.

Cidadãos

Para os cidadãos, o contrato convoca à participação na web como criadores e colaboradores, construindo comunidades fortes e comprometidas com o respeito à dignidade humana, e não utilizando as tecnologias digitais para práticas nocivas, como abuso, assédio ou difusão de informação íntima que viole a privacidade dos indivíduos.

O documento conclama os cidadãos a lutar por uma internet mais democrática e empoderadora. A mobilização passa pelo alerta por ameaças contra a internet e seu emprego como instrumento que provoque danos por parte de governos, empresas ou grupos privados. Os agentes do setor devem olhar para o futuro da internet como um bem público e um direito básico, conclui o texto.

Continue lendo

Tecnologia

Celulares pré-pagos desatualizados são bloqueados hoje em 17 estados

Publicado

em

As pessoas portadoras de telefones celulares pré-pagos que não atualizaram seus cadastros, após terem recebido notificação das operadoras, estão com suas linhas bloqueadas a partir desta segunda-feira (18), segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

De acordo com a Anatel, a medida vale para os clientes dos seguintes estados: Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Roraima, Sergipe e São Paulo.

A agência informou que menos de 1% dos 91 milhões de celulares pré-pagos dessas regiões apresenta alguma pendência cadastral. Alertou também que é a última fase da campanha de comunicação aos consumidores com cadastros desatualizados, realizada pelas prestadoras Algar, Claro, Oi, Sercomtel, Tim e Vivo, dentro do Projeto Cadastro Pré-Pago, acompanhado pela Anatel.

Segundo a Anatel, o objetivo da iniciativa é assegurar uma base cadastral correta e atualizada, para evitar a ocorrência de fraudes de subscrição (linhas associadas indevidamente a CPFs) e, assim, ampliar a segurança dos consumidores.

Como atualizar o cadastro

Quem tiver a linha pré-paga bloqueada poderá atualizar os dados cadastrais na sua prestadora pelos canais de atendimento disponíveis como: call center e espaço reservado ao consumidor na internet.

Apessoa deve informar o nome completo e o endereço com o número do CEP. No caso de pessoa física, é necessário informar o número do CPF e, para pessoa jurídica, o CNPJ. Também poderão ser solicitadas informações adicionais de validação do cadastro.

Continue lendo

+ lidas