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Trabalhadores fazem manifestação hoje (31), contra Reforma da Previdência

Um ato contra a Reforma da Previdência Social e a Lei da Terceirização, proposta pelo governo de Michel Temer (PMDB), está agendando para acontecer hoje (31), à partir das 16h, na Praça da Prefeitura.
A concentração será no pátio da Prefeitura, onde os manifestantes irão confeccionar cartazes. A partir das 17h, os participantes saem percorrendo as ruas, em manifestação. “Estão confirmadas as participações do Sind-UTE, Sintemi, Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Sindicato dos Trabalhadores Bancários e o Sindicato dos Trabalhadores Eletricistas. O Sindicato dos Trabalhadores no Setor de Alimentação ainda irá confirmar a participação”, afirma Sidnei Marquesi, diretor regional do Sind-UTE.
De acordo com o representante da categoria, os estudantes das escolas e universidades públicas também foram convocados. “Pedimos que a população venha participar, venha se informar melhor das consequências de uma possível Reforma da Previdência Social, pois é uma medida que vai afetar toda a classe trabalhadora”, destaca Sidnei.
Ele ressalta que a maior participação da população vai “engrossar o caldo” da resistência e pressionar os deputados a manifestarem se vão votar contra ou a favor do povo. “É importante ressaltar que, o que esse Governo está tentando fazer é acabar com mais de meio século de conquistas de direitos do trabalhador e, permitir em legislação, o trabalho análogo a escravo”.
Para o líder classista, o recuo de Temer, em retirar a Reforma da pauta, às vésperas da votação, é sinal de que ele está vendo que a sociedade em peso está se mobilizando. “É preciso ficar atento, pois é bem capaz de ele propor uma votação à surdina, que passe por despercebido pela população”, alertou.
“Não iremos aceitar uma Reforma da Previdência Social. Não iremos aceitar essa lei da terceirização. Precisamos fazer um debate sobre esses temas, e jogar limpo. Já ficou claro que não existe déficit na previdência. Do contrário o Governo não estaria perdoando a dívida de mais de 426 bilhões de reais das maiores empresas devedoras da previdência”.

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