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Agronegócio

Agronegócio de Minas Gerais encerra o ano com recorde

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Minas Gerais encerra o ano com crescimento recorde na produção de grãos. A produção mineira alcançou 14,1 milhões de toneladas na safra 2016/2017. O volume é 20,7% maior que o registrado na safra anterior. A área plantada também registrou crescimento de 2,1%, alcançando 3,4 milhões de hectares.
A produção total de milho, no estado, foi de 7,5 milhões de toneladas, com crescimento de 27% em relação à safra anterior. A área plantada com o grão alcançou 1,3 milhão de hectares (+4,8%) e a produtividade foi de 6 mil quilos por hectare (+21,1%). A produção de soja alcançou 5,1 milhões de toneladas (+7,1%), numa área plantada de 1,5 milhão de hectares e produtividade de 3,5 mil quilos por hectare (+8,1%).
Milho e soja representam 89% da produção mineira de grãos. A utilização de tecnologia não só em máquinas e implementos, mas também em sementes, nos sistemas de cultivo e no uso da irrigação, além das condições climáticas favoráveis foram fundamentais para garantir a produtividade e o bom resultado nesta safra.
Os resultados também foram favoráveis nas exportações, totalizando US$ 7,3 bilhões no período de janeiro a novembro com crescimento de 9,6% em relação ao mesmo período do ano passado. O volume embarcado, no período, foi de 8,7 milhões de toneladas, representando aumento de 4,6% em relação à quantidade exportada no ano mesmo período do ano passado. O agronegócio contribuiu com 31,4% do total da pauta mineira de exportações no período.
Os principais produtos exportados pelo estado (café, complexo sucroalcooleiro, complexo soja, carnes e produtos florestais) apresentaram aumento nos preços em relação ao ano passado, resultando na ampliação de receitas.
Na avaliação do secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Pedro Leitão, este foi mais um ano em que a sociedade teve o abastecimento alimentar assegurado. “Isso é fruto de uma agricultura pujante, que é responsável pela produção de alimentos, mas que também contribui para a geração de riquezas e a redução dos índices inflacionários. Essa tem sido a marca do setor em nosso estado”, afirma o secretário.
Fonte: Agência Minas

Agronegócio

Mapa confirma vacinação contra a febre aftosa

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) vai manter o calendário 2020 de imunização contra a febre aftosa. Devem ser vacinados bovinos e bubalinos de todas as idades. A primeira etapa da campanha nacional de vacinação está confirmada entre os dias 1º a 31 de maio, em boa parte do território nacional.

Conforme entendimento com produtores de Alagoas, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe, a campanha de vacinação terá início em 1º de junho.

Segundo o Mapa, “o estado de Goiás solicitou antecipação da vacinação em 11 dias, com provável início para o dia 20 de abril”. A vacinação já estava ocorrendo desde o mês de março no Rio Grande do Sul e em parte do Amazonas e do Pará.

Para evitar a disseminação do novo coronavírus (covid-19), o ministério mudou os procedimentos de comprovação da imunização dos rebanhos contra a febre aftosa, para preservar a saúde dos produtores rurais e, também, do pessoal que trabalha no Serviço Veterinário Oficial (SVO). Conforme nota do Mapa, “não serão exigidas declarações de comprovação da vacinação que impliquem em comparecimento aos escritórios.”

Assim, a Divisão de Febre Aftosa (Difa) do Mapa orienta que a comprovação da vacinação contra a doença deverá ser realizada, preferencialmente, por meio dos sistemas informatizados, correio eletrônico ou outras soluções à distância.

“Quando não houver alternativa ao alcance, a comunicação presencial poderá ser postergada para um prazo a ser pactuado entre todas as partes envolvidas com o Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA) no estado ou no Distrito Federal”, assinala o comunicado do ministério.

No final de março, o Mapa determinou que “as entidades de produtores e das revendedoras de vacina contra a febre aftosa deverão se organizar para que a vacina seja, preferencialmente, adquirida junto às revendas agropecuárias por telefone ou outro meio de comunicação à distância disponível”. A orientação ainda detalha que “a entrega pela revenda, pelo sindicato rural ou outra forma de entrega, deverá ser feita diretamente na propriedade rural que a comprou.”

A campanha de vacinação realizada anualmente tem que ser mantida para garantir o reconhecimento de que o gado criado, em diferentes estados, está em áreas livres de febre aftosa conforme estabelece a Organização Internacional de Saúde Animal (OIE). Isso permite a exportação da produção nacional de carne.

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Agronegócio

Produtores de frango caipira do Triângulo se preparam para receber selo do Certifica Minas

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Foto: Agência Minas

Produtores de frango caipira da comunidade de São Basílio, na zona rural de Uberaba, no Triângulo Mineiro, se preparam para receber o selo do programa Certifica Minas e agregar ainda mais valor à produção que abastece supermercados da região. O miniabatedouro de aves é uma das principais fontes de renda da comunidade e está em atividade desde 2013. O local tem capacidade para abater até 6 mil frangos por mês e, atualmente, produz 1,8 tonelada de carne.

Para o diretor de Produção Agropecuária da Secretaria de Desenvolvimento do Agronegócio de Uberaba, José Geraldo Celani, a margem para aumento da produção é grande e deve acontecer gradativamente. Com a conquista da certificação, que ainda depende da adequação do espaço ao programa, o frango caipira de São Basílio tende a ganhar ainda mais credibilidade juntos aos consumidores de Uberaba.

“É algo importantíssimo que vai refletir na melhor gestão das propriedades. Essas pessoas estão se transformando em empreendedores e não apenas em produtores de frango. Sabemos que há muito a ser feito, mas temos expectativa de que esse projeto se torne referência para Uberaba e, quem sabe, para o estado”, afirma Celani.

Potencial 

Minas Gerais possui, atualmente, cerca de 300 municípios com produção de frango caipira pronto para comercialização. A estimativa é da Superintendência de Inovação e Economia Agropecuária da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa). Para o superintendente Carlos Eduardo Bovo, responsável pela coordenação do programa Certifica Minas, o número demonstra que o mercado tem grande potencial para crescer no estado.

“A proposta é garantir para o consumidor um produto certificado, ou seja, que tem garantia de rastreabilidade. Esses animais são criados com boas práticas de produção, em locais apropriados, com o manejo necessário, diferente do frango de granja, que é confinado”, explica Bovo.

O coordenador ainda destaca que o programa Certifica Minas considera para a emissão da certificação o respeito às legislações ambiental e trabalhista. “Assim, quem compra tem essa garantia sobre o produtor. O caso específico de Uberaba é um exemplo interessante porque já são produtores que comercializam nas redes de supermercados locais e, com a certificação, irão passar a ter maior confiabilidade”, conclui.

O programa

O programa Certifica Minas tem a finalidade de assegurar a qualidade dos produtos agropecuários e agroindustriais produzidos no estado e a sustentabilidade de seus sistemas de produção, proporcionando maior competitividade e favorecendo a inserção em novos mercados.

Além do frango caipira, a iniciativa também reconhece as produções de algodão, azeite, cachaça, café, carne bovina, frutas, leite, orgânicos, ovo caipira, hortaliças, queijo artesanal e itens sem agrotóxicos.

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Agronegócio

Produtores rurais devem adotar hábitos de prevenção contra o Coronavírus

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Mesmo quem mora no campo, longe das grandes cidades, deve se prevenir contra o Covid-19, pois não está livre do risco de contrair o vírus. Muito produtores rurais mantiveram suas atividades para garantir a oferta de alimentos à sociedade e estão em contato permanente com outros trabalhadores. Além disso, diversos agricultores precisam se deslocar até os locais de comercialização. Por isso, todas as medidas de prevenção devem ser adotadas, de acordo com as orientações das autoridades de saúde.

Os cuidados começam dentro da propriedade. A presença de pessoas que não moram ou trabalham no local deve ser restrita. Outra prevenção importante está relacionada aos equipamentos utilizados, considerando que o vírus permanece em superfícies por muito tempo. Por isso, a recomendação é não compartilhar o uso de enxadas, pás, rastelos e outros objetos. Se isso acontecer, é importante higienizar a ferramenta sempre que ela for usada. O produtor também deve lavar as mãos com água e sabão após o uso dos equipamentos de trabalho e evitar tocar o rosto.

No caso de copos, garrafas, talheres e pratos, eles nunca devem ser compartilhados. Cada trabalhador no campo deve utilizar somente seu próprio utensílio para comer ou beber água, porque o coronavírus é facilmente transmitido pela saliva.

Os animais não transmitem o Covid-19. Mas os equipamentos utilizados no trato com as criações precisam ser sempre higienizados, principalmente aqueles manuseados por mais de uma pessoa. É o caso de ordenhadeiras, baldes e sacarias. Os veículos também podem ser focos de transmissão. O ideal é que eles sejam utilizados sempre pela mesma pessoa e que maçanetas, volantes, câmbios e painéis estejam sempre higienizados. Isso vale, por exemplo, para carros, caminhões, tratores e colheitadeiras.

Comercialização

Muitos agricultores saem de suas propriedades para vender a produção ou para fazer a entrega em pontos de comercialização. Nestes casos, é preciso evitar aglomerações e manter uma distância de mais de um metro entre as pessoas. O cumprimento com apertos de mão, abraço e beijo não é recomendado.

Após o contato com dinheiro, cartões de banco e embalagens, os especialistas na área de saúde recomendam que as mãos devem ser higienizadas com água e sabão ou álcool gel.  A orientação vale ainda para quem tocar em frutas, legumes e verduras, pois a superfície desses produtos também pode ser contaminada após o manuseio ou contato com gotículas de saliva de alguma pessoa que esteja doente.

Nos municípios onde o funcionamento de feiras livres foi mantido, a orientação é separar as barracas com distância mínima de três metros entre elas. A Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) enviou um informativo para os prefeitos de todos os municípios com as medidas que devem ser adotadas no caso de funcionamento de feiras. Elas fazem parte da Deliberação do Comitê Extraordinário Covid-19 nº 17, de 22 de março de 2020.

Ao retornar para casa, o produtor deve limpar o veículo, os sapatos, lavar a roupa que utilizou e, principalmente, higienizar as mãos com água e sabão.

Grupos de risco

De acordo com as autoridades de saúde, todas as pessoas com sintomas de gripe devem ser afastadas de suas atividades. E aquelas que pertencem aos grupos de risco –  mais de 60 anos de idade e portadores de doenças como diabetes, doenças cardíacas e respiratórias – devem permanecer em casa.

Atendimento Emater-MG

Emater-MG está atendendo os produtores rurais, por meio do Plantão Técnico virtual, para tirar dúvidas e dar orientações pelo site www.emater.mg.gov.br. Outro canal de informação é o WhatsApp pelo número (31) 98453-6231. Os produtores também podem mandar um e-mail para os escritórios locais. Os endereços estão disponíveis no site da Emater-MG.

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