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PRF vai multar caminhoneiros nos bloqueios em até R$ 10 mil

O governo federal determinou, nesta quinta-feira (26), que a Polícia Rodoviária Federal (PRF), em todo país, cumpra as liminares expedidas nos últimos dias pela Justiça Federal e aplique as multas, de até R$ 10 mil por hora, aos caminhoneiros envolvidos em bloqueios de rodovias federais por todo o país. Apesar disso, o movimento organizado por motoristas e empresários do setor de transporte de Uberlândia promete continuar ocupando as estradas da região do Triângulo Mineiro com o argumento de que os mandados não são válidos para fechamentos de estradas realizados após o dia 24 deste mês. Com isso, hoje, eles pretendem obstruir a BR-365 mais uma vez, como ocorreu no primeiro dia de protestos, na última quarta-feira (25).
Caminhoneiros param o tráfego de veículos na BR-050 em trecho entre Uberlândia e Araguari (Foto: Cleiton Borges)
No segundo dia de paralisação local realizado, ontem, os manifestantes fecharam a BR-050 entre Uberlândia e Araguari pela manhã. Conforme o CORREIO de Uberlândia acompanhou, a estrada chegou a ser interrompida totalmente por uma hora, o que causou um congestionamento, segundo a PRF local, de até 9 km nos dois sentidos.
Pneus foram queimados para dificultar o trânsito na rodovia e o Corpo de Bombeiros foi acionado para ir ao local, mas não precisou intervir. Policiais rodoviários chegaram logo após a ação, com a liminar para dispersar os manifestantes. Na sequência, os caminhoneiros chegaram a abrir espaço na pista, mas retornaram com um advogado alegando a falta de validade da liminar.
“A liminar não diz respeito ao nosso protesto, que começou na última quarta-feira (25). Ela corresponde às paralisações anteriores. Por isso, não precisávamos ter saído no primeiro dia e, agora, vamos continuar até que nossas reivindicações sejam atendidas ou ter uma liminar que se refira a nós”, afirmou a representante dos manifestantes, Rosimaire Schiavoni Normandia. Segundo ela, a decisão por manter os protestos locais permanecerá até que as propostas apresentadas pelo governo nos últimos dias para resolver o impasse fiquem claras e sejam oficializadas.
PF vai apurar se teve abuso em protestos 
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, informou, ontem, em entrevista coletiva, que determinou que a Polícia Rodoviária Federal (PRF) identifique e multe os caminhões que continuarem parados nas rodovias federais em 11 estados brasileiros. São multas que podem variar entre R$ 5 mil e R$ 10 mil para os flagrados, dependendo da localidade.
Também foi determinado às superintendências da Polícia Federal (PF) que elas abram inquéritos para apurar se ocorreram abusos nos protestos de caminhoneiros nos últimos dias. Ainda ontem, no fim da tarde, o CORREIO de Uberlândia tentou saber com a PRF local se haveria um esquema especial para multar manifestantes, mas não conseguiu contato com a inspetoria chefe. Igualmente não conseguiu contato com a chefia da delegacia da Polícia Federal em Uberlândia para saber se uma investigação seria realmente aberta.
Manifestantes reivindicam redução no preço do litro de diesel 
O protesto articulado em Uberlândia por motoristas e, ao menos, 30 empresários do setor da região do Triângulo Mineiro reivindica, assim como o movimento nacional, entre outras coisas, a redução do preço do diesel e a prorrogação dos prazos dos financiamentos de veículos de carga. Reivindica também a análise do financiamento de caminhões e a sanção da Lei dos Caminhoneiros, que flexibiliza as horas de trabalho e foi aprovada há dois meses no Congresso.
Ainda ontem, em conversa com os trabalhadores diante a situação nacional, o governo propôs sancionar a Lei dos Caminhoneiros, a prorrogação por 12 meses do pagamento de caminhões e a abertura para negociação conjunta entre caminhoneiros e empresários para que seja estabelecida uma tabela referencial de frete. Ofereceu também segurar o preço do diesel por seis meses.
Manifestantes reivindicam redução no preço do litro de diesel 
O protesto articulado em Uberlândia por motoristas e, ao menos, 30 empresários do setor da região do Triângulo Mineiro reivindica, assim como o movimento nacional, entre outras coisas, a redução do preço do diesel e a prorrogação dos prazos dos financiamentos de veículos de carga. Reivindica também a análise do financiamento de caminhões e a sanção da Lei dos Caminhoneiros, que flexibiliza as horas de trabalho e foi aprovada há dois meses no Congresso.
Ainda ontem, em conversa com os trabalhadores diante a situação nacional, o governo propôs sancionar a Lei dos Caminhoneiros, a prorrogação por 12 meses do pagamento de caminhões e a abertura para negociação conjunta entre caminhoneiros e empresários para que seja estabelecida uma tabela referencial de frete. Ofereceu também segurar o preço do diesel por seis meses.
Correio de Uberlândia

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1 Comment

1 Comment

  1. daniel

    março 1, 2015 at 11:46 am

    eu apoio as manifestações da classe desde que seja respeitada o direito de ir e vir de todo cidadão e que não seja transformada em bandeira politica pra ninguem!

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