conecte-se conosco

Economia

Grupo de empresários e trabalhadores autônomos tijucanos enviarão propostas ao Executivo de Ituiutaba para reabertura do comércio

Publicado

em

Foto: Reprodução/WhatsApp

Desde a manhã da última quarta-feira, 25, empresários e trabalhadores autônomos tijucanos discutem, por meio de um grupo de rede social, a possibilidade de reabertura do comércio de Ituiutaba.

Conforme parte dos integrantes do grupo, dentre as propostas que devem ser formalizadas e levadas ao conhecimento da Prefeitura de Ituiutaba, estão medidas para não aglomeração de pessoas; controle, distanciamento e assepsia de funcionários e clientes; abertura gradual por segmento menor concentrador para os de maior concentração de pessoas e preferência aos pequenos empreendimentos.

Apesar do grupo contar com participação de líderes do setor comercial, como o presidente da Associação Comercial e Industrial de Ituiutaba – ACII, Mário Jacob, a entidade representante da classe ainda não divulgou posicionamento oficial acerca do tema.

As propostas formalizadas deverão ser encaminhadas ao Comitê de Enfrentamento ao Novo Coronavírus em Ituiutaba para análise.

Prefeitura

Questionada sobre o tema, a assessoria de comunicação da Prefeitura de Ituiutaba informou que: “Após o pronunciamento do presidente da república, Jair Bolsonaro, sobre a possibilidade de novas orientações quanto ao funcionamento do comércio e ao isolamento social, o município aguarda a decisão que será tomada pelo governador de Minas Gerais, Romeu Zema. Com base nas determinações e orientações que serão anunciadas, o Município irá, juntamente com o Comitê Externo de Enfrentamento ao Novo Coronavírus, deliberar sobre possíveis mudanças que poderão passar a vigorar em Ituiutaba.”

Distanciamento social

Após publicações de decretos da Prefeitura de Ituiutaba e do Governo de Minas Gerais, sobre calamidade pública em decorrência da pandemia da doença Coronavírus (Covid-19), o comércio sofreu alterações de funcionamento desde o dia 21 de março, quando a Polícia Militar de Minas Gerais iniciou ações nos empreendimentos no sentido do cumprimento das recomendações.

A Organização Mundial de Saúde indica que medidas de distanciamento social são “importantes”. Mas, por si só, elas não resolvem. Para a Agência, governos precisam pensar o que vão fazer durante o período de confinamento de cidadãos.

Para a OMS, as quarentenas servem para desacelerar o ritmo da doença e vêm com custos “sem precedentes” para a sociedade e economia. Mas, acima de tudo para comprar tempo e reduzir a pressão sobre os sistemas de saúde.

Para a OMS, seis medidas precisam ocorrer enquanto a quarentena está em vigor. Elas incluem a expansão e treinamento dos sistemas de saúde, criar um sistema capaz de encontrar todos os casos suspeitos, aumentar a produção de testes, identificar locais para isolar pacientes, desenvolver um plano para rastrear pessoas com contato com doentes e focar a atenção inteira do governo.

Economia

Levantamento do CDL aponta 244 demissões em Ituiutaba no mês de março

Publicado

em

Foto: Arquivo/Pontal em Foco

A Câmara de Dirigentes Lojistas – CDL de Ituiutaba divulgou o Índice de Desemprego do mês de março, com levantamento realizado entre os dias 1º e 31, totalizando 90 empresas e 244 demissões. A elaboração do estudo também teve contribuição de contadores atuantes no município.

Conforme o presidente da CDL Ituiutaba, Anderson Melo, nos três últimos meses, desde dezembro, o número de contratações era maior que o de demissões. Já em março, houve crescimento nas demissões, chegando ao número de 244, já descontado o número de contratações realizadas no mesmo período.

Anderson também disse que o número de férias concedidas aos empregados subiu em março. “Aguardamos que o quanto antes o comércio possa novamente estar aberto, evitando o aumento de demissões, pois a previsão é de que até o triplo do número apresentado em março ocorra em abril e maio caso o cenário não mude. Esperamos que o comércio tijucano torne-se pujante novamente, em breve”, finalizou.

 

Continue lendo

Economia

Covid-19: BC anuncia que pode liberar até R$ 650 bilhões na economia

Publicado

em

Foto: EBC

Instituições financeiras poderão pegar empréstimos com o Banco Central. A previsão é de liberação de R$ 650 bilhões na economia.

Na noite dessa quarta-feira (1º), em reunião extraordinária, o Conselho Monetário Nacional (CMN) autorizou o Banco Central (BC) a conceder empréstimos aos bancos tendo como garantia as carteiras de crédito dessas instituições. As operações terão prazo de, no mínimo, 30 dias e, no máximo, 359 dias corridos.

Segundo o BC, a Linha Temporária Especial de Liquidez (LTEL) tem o objetivo de oferecer a liquidez (recursos disponíveis) “necessária para que o Sistema Financeiro Nacional possa se manter estável frente ao aumento da demanda observada no mercado de crédito, fruto dos reflexos da propagação da Covid-19”.

O BC informou em nota, divulgada hoje (2), que a adoção dessas linhas especiais de liquidez pelos principais bancos centrais no mundo tem sido instrumento “amplamente utilizado” como uma das respostas à crise.

“A fim de conferir maior segurança à operação, os créditos serão dados em garantia no âmbito de registradora de ativos financeiros e transferidos ao BC mediante a emissão de uma Letra Financeira Garantida (LFG), depositada em depositário central”, diz o BC.

De acordo com o BC, serão aceitos créditos com níveis baixo de risco, avaliados como AA, A e B, mediante exigência de garantia em valor superior ao do empréstimo, de forma proporcional ao risco das operações de crédito ofertadas em garantia.

O BC informou que estabelecerá os critérios e as condições operacionais.

Continue lendo

Economia

Governo vai cruzar dados para o pagamento do auxílio de R$ 600; veja critérios para receber

Publicado

em

Foto: EBC

O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, afirmou que o governo federal pretende agilizar o pagamento do auxílio emergencial de R$ 600 aos trabalhadores informais, autônomos e sem renda fixa durante a crise provocada pela pandemia do novo coronavírus. A medida teve a votação concluída no Senado nesta segunda-feira e agora seguirá para a sanção presidencial. O pagamento será efetuado ao longo de três meses.

De acordo com Onyx , após a sanção presidencial, o governo ainda precisa editar um decreto regulamentador e uma medida provisória (MP) abrindo um crédito extraordinário no Orçamento. O pagamento será feito apenas pelas redes dos bancos públicos federais: Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil (BB), Banco da Amazônia (Basa) e Banco do Nordeste (BNB), após o cruzamento de dados para definir quem tem direito ao benefício.

“Haverá o batimento, haverá a confrontação com todos os registros e todos os cadastros que o governo federal tem”, afirmou o ministro em coletiva de imprensa no Palácio do Planalto. Para aqueles que não são beneficiários de nenhum programa do governo, será criado um cadastro próprio para inserção de informações. “Os informais, que estão à margem de qualquer cruzamento, eles terão uma solução tecnológica, uma solução digital”, acrescentou Onyx Lorenzoni.

Pelas regras contidas no projeto de auxílio emergencial aprovado pelo Congresso, os trabalhadores deverão cumprir alguns critérios, em conjunto, para ter direito ao pagamento:

– ser maior de 18 anos de idade;
– não ter emprego formal;
– não receber benefício previdenciário ou assistencial, seguro-desemprego ou de outro programa de transferência de renda federal que não seja o Bolsa Família;
– renda familiar mensal per capita (por pessoa) de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda familiar mensal total (tudo o que a família recebe) de até três salários mínimos (R$ 3.135,00); e
– não ter recebido rendimentos tributáveis, no ano de 2018, acima de R$ 28.559,70.

Ainda segundo o texto, o beneficiário deverá ainda cumprir uma dessas condições:

– exercer atividade na condição de microempreendedor individual (MEI);
– ser contribuinte individual ou facultativo do Regime Geral de Previdência Social (RGPS);
– ser trabalhador informal inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico); ou
– ter cumprido o requisito de renda média até 20 de março de 2020.

O ministro da Cidadania pediu para que as pessoas não procurem, por enquanto, as agências da Caixa e dos demais bancos públicos até que o sistema para o pagamento do auxílio emergencial esteja devidamente implantado pela pasta. Ele também alertou para que as pessoas não forneçam seus dados para qualquer site ou número de telefone, para evitar tentativas de fraude.

“Há várias iniciativas, inclusive denunciamos ao ministro Sergio Moro e à Polícia Federal, [como] criação de sites, números, para obter os dados das pessoas. O objetivo disso é fraudar o sistema. Por favor, as pessoas tenham um pouco de calma, não deem seus dados para qualquer pessoa ou site que diga que por lá ele vai receber o benefício e não procurem o bancos oficiais nesse momento, porque o sistema ainda não está acionado, a lei não está sancionada”, afirmou.

Continue lendo

+ lidas