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“Romantismo bruto” invade a terceira noite da Expopec Ituiutaba com Jads e Jadson

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A programação da 42ª edição da Expopec em Ituiutaba continua e a dupla Jads & Jadson é a atração principal desta sexta-feira (15).
Os sertanejos trazem para os palcos sucessos como: “Na Riqueza e Na Pobreza“, “Quem aguenta“, “Ressentimento“, “Noite Fracassada“, “Jeito Carinhoso” e outras faixas que já somam milhares de acessos no YouTube.
Vale lembrar, que o show acontece logo após a etapa oficial da Liga Nacional de Rodeio, que inicia às 21h30.
A Expopec Ituiutaba esta acontecendo entre os dias 11 e 17 de setembro no Parque de Exposições JK de Ituiutaba. Além de Jads e Jadson, outros grandes nomes da música sertaneja irão se apresentar nos próximos dias, como: Bruna Viola, Day e Lara e Rionegro e Solimões.
A entrada é gratuita todas as noites e inclui exposição, rodeio e shows no setor pista. Quem desejar acompanhar o evento na Área VIP Premium, localizado na frente do palco, os ingressos já estão à venda pela internet no  www.totalacesso.com, e nos pontos de vendas físicos, em Ituiutaba.
(Via Rastro Sertanejo)

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Palco na Praça é diversão garantida no Bairro Natal em Ituiutaba

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As atrações do Palco na Praça, projeto da Secretaria de Educação, da Prefeitura de Ituiutaba, novamente chamaram a atenção de centenas de famílias, acompanhados de suas crianças, no sábado, 28 de outubro, que dessa vez ocorreu na Praça Mario Natal, no Bairro Natal, entre 16h e 22h.
Teve dança, brincadeiras, pinturas de rosto, apresentações teatrais e artísticas, além de muita diversão. O Palco na Praça, é realizado, sempre a cada último sábado de cada mês. Em setembro, o Bairro Junqueira recebeu o projeto, neste sábado foi a vez da programação chegar ao Bairro Natal. O cronograma para o mês de novembro, ainda está sendo definido pela Secretaria de Educação.

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Site afirma fim da dupla Kleo Dibah e Rafael

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O site Rastro Sertanejo divulgou na tarde desta quarta-feira, o possível fim da dupla tijucana Kleo Dibah e Rafael.
Segundo a publicação, depois de muitas conversas nos bastidores do sertanejo sobre a possível separação, está chegando a hora de se oficializar a informação.
Apadrinhados por João Bosco e Vinícius, a dupla de tijucanos se formou em 2009. Em 2011, lançaram a música “Se Eu Me Entregar”, música que conquistou todo o Brasil de forma surpreendente.
A dupla já emplacou vários sucessos como: “Amei Amei”, “Sinceramente”, “Cicatrizes”, “Podia Ser Nós Dois”, “Eu Fui Desses”, “Alcoolizado” e atualmente trabalham a música “Baldinho de Balada”, do novo DVD “Bem Vindo ao Clube”.
A data do último show e os motivos da separação devem ser divulgados em breve, nas redes sociais oficiais da dupla.
Até o momento, o que se sabe é que a dupla irá cumprir a agenda de shows normalmente e, depois, Kleo Dibah deverá continuar em carreira solo. Como pode ser visto no anúncio na revista Show Business. Em outras divulgações, como no festival de música Festeja, o nome de Kleo Dibah também aparece sozinho.
(Via site Rastro Sertanejo)

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Filme aborda crianças índigo

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Sofia é uma criança sensível, inteligente ao extremo, pacifista e que sabe ouvir as pessoas e senti-las. Ela tem compaixão e amor ao próximo. Tem espiritualidade genuína.
A estreante Letícia Braga dá vida a Sofia, protagonista do filme “A Menina Índigo”, do diretor, roteirista e produtor Wagner de Assis, 46, que também dirigiu “Nosso Lar”, responsável por levar 4.060.300 espectadores aos cinemas brasileiros e que foi exibido em outros 40 países. O novo filme estreia no próximo dia 12 em todo o Brasil.
Assim como Sofia, existe uma geração de seres, nascidos a partir de 1990, que são considerados índigo, em referência à cor de seus corpos energéticos, e que vieram com um desenvolvimento espiritual mais elevado a fim de mudar a energia do planeta. São indivíduos que questionam velhos conceitos e desafiam os pais, os educadores e a sociedade a enveredar por um novo caminho.
No filme, Sofia é filha de Luciana (Fernanda Machado) e Ricardo (Murilo Rosa), que vivem se desentendendo, o que gera sofrimento para a menina. “Letícia foi escolhida em um teste em que participaram quase 30 atrizes. Ela entrou na sala e começou a desenhar na parede. Olhou para mim sem se preocupar. Foi para a frente da câmera e mostrou toda a sua força e empatia”, conta Assis. Ele diz que Murilo é um grande ator, que conhece o universo do personagem, é pai de dois meninos incríveis e embarcou no projeto como coprodutor. Fernanda, afirma, é uma mulher muito inteligente e teve a feliz coincidência de filmar estando grávida. “Não aparece no filme, mas tem uma criança na barriga dela”, revela Assis.
Nascido no Rio de Janeiro sob o signo de peixes, o diretor se considera espírita cristão, mas acha esse tipo de rótulo desnecessário para vivenciar essa filosofia.
“Gosto das boas histórias acima de tudo. Há histórias maravilhosas no universo de temática espírita e espiritual, tema que me interessa sempre. Mas, claro, há outros projetos que não fazem parte desse universo e que também me interessam e espero filmar um dia”, diz.
Para ele, fazer cinema é uma das coisas mais difíceis do mundo moderno. “Exceto as áreas que lidam com a vida humana, todo o resto me parece mais fácil do que fazer um filme. Juntar arte e indústria é sempre um processo desafiador. E não importa o tema”.
Em “A Menina Índigo”, “o desafio de uma história original, com reflexos em várias histórias reais, foi perceber o nível de complexidade que essas crianças estão enfrentando”, diz o diretor. “Há uma crise educacional enorme, e não nos atentamos para isso. Estou falando da educação que se oferece pela família, não à informação e transmissão de conhecimento e socialização da escola apenas”, afirma.
“Percebemos que, por trás de um véu de alegria do Facebook, há milhões de crianças com questões impressionantes de convivência. Remédios são dados sem muito critério. Diagnósticos errados. Pais terceirizam o cuidado dos filhos. Pediatras e psiquiatras não concordam. Enfim, um mundo revolto que quisemos trazer para as telas respeitando a dramaturgia. Muito difícil isso”, comenta Assis.
O motivo principal que levou o diretor a se dedicar a essa temática espiritualista “foi a percepção do mundo em que vivemos e uma vontade de chamar a atenção para essas crianças que apresentam comportamentos diferenciados”. “É muito doloroso ver talentos desperdiçados, superdotados sendo legados ao descaso escolar e também professores perdidos”, analisa.
(Via O Tempo)

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