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Policiais civis do Espírito Santo fazem paralisação após morte de investigador

Policiais civis do Espírito Santo fazem paralisação após morte de investigador

08/02/2017 16h40 Atualizada há 4 anos
Por: Adelino Júnior
[caption id="attachment_109701" align="aligncenter" width="580"] Polícia Civil do Espírito Santo faz paralização em protesto pelo assassinato de um investigadorTânia Rêgo/Agência Brasil[/caption] Os policiais civis do Espírito Santo fazem uma paralisação até meia-noite de hoje (8) em protesto pela morte de um investigador ontem (7) em Colatina, na região norte do estado. O agente foi morto em serviço quanto tentou evitar um assalto. Entidades da Polícia Civil que reúnem delegados, peritos, investigadores, médicos legistas, peritos criminais e agentes não descartam uma greve por reajuste salarial e melhores condições de trabalho. O Sindicato dos Policiais Civis do Espírito Santo fará uma assembleia amanhã à tarde para deliberar sobre a questão. A categoria apoia o movimento dos policiais militares do estado, que há cinco dias deixaram de fazer o patrulhamento das ruas. As manifestações dos PMs começaram na sexta-feira (3), quando parentes de policiais, principalmente esposas, se reuniram em frente a 6ª Companhia, no bairro de Feu Rosa, no município da Serra, na Grande Vitória, e bloquearam a saída de viaturas. O grupo reivindica reajuste salarial e o pagamento de auxílio-alimentação, periculosidade, insalubridade e adicional noturno aos policiais. Os protestos se estenderam para outros batalhões durante o fim de semana e, segundo a Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar do Estado do Espírito Santo, atingem todos os quartéis do estado.
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