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Banco digital sem cobrança de mensalidade é criado por Startup

Em tempos de altas taxas de juros e endividamento, as chamadas “fintechs” (startups de serviços financeiros) se firmam cada vez mais como alternativas aos tradicionais bancos brasileiros. Fatores como a ausência das “cestas de serviços” e  desburocratização têm impulsionado o setor que vem despertando interesse principalmente do público jovem.

banco neon 1

O banco digital Neon, recém chegado ao mercado, é um exemplo dessa evolução no setor bancário. A empresa surgiu da junção da Controly, fintech fundada em 2014 e que tem cerca de 10 mil usuários, e do banco mineiro Pottencial. Agora, como um banco, a meta é alcançar 100 mil clientes ativos em um ano.

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Estamos bem confiantes em relação a esse número. Cinco mil contas foram abertas em apenas 48 horas após o lançamento do aplicativo“, afirma Pedro Conrade, de 24 anos, que é CEO e criador da empresa.

Totalmente online (o banco não possui agência física), o Neon pode ser acessado via smartphone por meio de um sistema de biometria facial. “A tecnologia vem não só para facilitar a vida do cliente, mas também para garantir mais segurança nas transações bancárias“, disse Pedro.

Para ter acesso à conta, o usuário precisa baixar o aplicativo para iOS ou Android. A conta digital é aberta em dois, três minutos e o cliente já pode verificar saldo, realizar transferências, pagar contas, entre outros.

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Taxas
O Neon não cobra mensalidade fixa, como nos tradicionais bancos, mas o usuário paga algumas taxas. São gratuitos um saque (pela rede 24horas) e um TED – a partir da segunda TED, a cobrança por operação é de R$ 3,50. “Nosso intuito é oferecer um serviço 100% gratuito, mas para isso precisamos ganhar escala. Por enquanto, temos um custo muito alto por não ter uma rede de saque própria“, justifica o empreendedor.

Cartão de débito
Por enquanto, o cartão do Neon só permite compras na função débito, mas o banco não descarta a possibilidade de lançar a função crédito no futuro, mas recomenda cautela no uso. “Cerca de 70% das dívidas do jovem são com cartão de crédito. Queremos ajudar nossos clientes a economizarem e sempre optarem por compras à vista ao invés de se perderem financeiramente com o parcelamento“, conclui Pedro Conrade.

Via Estado de Minas

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